UMA NOITE NA LUA

  1. Dramaturgia e Direção Geral João Falcão

    3/DEZ às 20h
    ÚNICA APRESENTAÇÃO

    TEATRO SHOPPING FREI CANECA
    Rua Frei Caneca, 569 – Consolação
    Infos (11) 3472-2229
    Sessão com intérpretes de libras.

    FICHA TÉCNICA
    Dramaturgia, canção original,
    iluminação e direção geral – João Falcão
    Direção musical – Dani Black e Maycon Ananias
    Direção de produção – Paloma Varejão e Fernanda Faria
    Programação de luz – Cesar Ramires
    Técnico de som – Branco Ferreira
    Figurino – Hugo Leão
    Consultoria de produção – Jô Abdu
    Assessoria de imprensa – Smart Mídia Com. – André Gomes
    e Carla de Gonzales

    Programação visual – Júlia Coelho
    Fotos – Renato Mangolin
    Assistente de programação – Fabio Steinberger
    Preparação corporal – Gilvan Gomes
    Assistente de direção – João Vancini
    Assistente de produção – Jhon Santana
    Realização – Fluxos Produções Artísticas

    ELENCO
    Gregório Duvivier

    Duração: 60 minutos
    Classificação indicativa: 10 anos

Maior sucesso de público e crítica do autor e diretor teatral João Falcão, o monólogo Uma Noite na Lua discorre sobre um escritor sem um único título de sua autoria, que luta para terminar uma peça e vive às turras com as recordações de um amor perdido.

Em sua primeira montagem, há cerca de 15 anos, o espetáculo, na época interpretado por Marco Nanini, foi contemplado com os prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte e Shell de melhor autor, além do Sharp de melhor espetáculo.

Agora, o encantador texto, carregado de humor e de um jogo narrativo engenhoso, com alta carga poética, ganha novamente o palco, desta vez estrelado por Gregório Duvivier, que ganhou o prêmio APTR 2013 de melhor ator por essa montagem. Sozinho em cena, Duvivier encara o desafio de passear pela imensa gama de emoções que surgem a todo instante a partir do acelerado fluxo de pensamento do personagem.

Em seu primeiro monólogo, o ator vê a peça como cômica, poética, dramática e romântica ao mesmo tempo. “É hilariante e arrebatadora. A peça fala de amor. Mas fala também de processo criativo, da solidão de quem escreve e da dificuldade de se pensar numa coisa quando você só pensa em outra. Não somos uma pessoa só, mas uma multidão de pessoas, sós, e a peça transpõe para o palco a balbúrdia dessa multidão.”