UM PORTO PARA ELIZABETH BISHOP

  1. De Marta Góes
    Direção José Possi Neto

    25 e 26/MAR – CAMPINAS às 21h
    TEATRO AMIL

    8 e 9/ABR – RIO DE JANEIRO às 19h
    TEATRO DULCINA

    FICHA TÉCNICA
    Texto – Marta Góes
    Direção – José Possi Neto
    Atriz – Regina Braga
    Cenógrafo – Jean Pierre Tortil
    Iluminador – Wagner Freire
    Trilha Sonora – George Freire
    Figurinista – Lu Pimenta
    Visagismo – Fabio Namatame
    Fotos – João Caldas
    Operadora de som e Diretor de palco – Tiago Pires
    Operador de luz – Isadora Giuntini
    Produtora executiva – Anayan Moretto
    Direção de Produção – Henrique Mariano

    ELENCO – Regina Braga

    Duração: 70 minutos
    Classificação indicativa: 14 anos

A peça retrata os anos que a poeta, prêmio Pulitzer de Poesia de 1956, viveu no Brasil, nas décadas de 50 e 60, no Rio, em Petrópolis e em Ouro Preto. “O que aparece na peça são os anos de sua convivência com Lota Macedo Soares, o grande amor de sua vida e sua relação afetiva mais duradoura. Foi por causa de Lota que ela ficou no Brasil, e foi nesses anos que ela produziu uma parte importante de sua obra”, explica Marta Góes, autora do espetáculo.

A aventura pessoal da poeta no Brasil começou em dezembro de 1951, quando, aos 40 anos, desembarcou de um cargueiro no porto de Santos para uma breve escala turística que se estendeu por anos. Estava profundamente deprimida e era alcoólatra. O encontro entre está poeta e o Brasil exuberante e inquieto dos anos 50 e 60 rendeu poemas, um livro-reportagem (Brazil, publicado pela Life) e cartas (reunidas em Uma arte, sua correspondência completa). Elizabeth Bishop viveu no Brasil de 1951 a 1966, mas voltou por muitos anos, ainda, à casa de Ouro Preto. Ela teve seu nome incluído nos mais importantes balanços da produção literária dos últimos 100 anos.