NÓS SEMPRE TEREMOS PARIS

  1. FICHA TÉCNICA
    Texto: Artur Xexéo
    Direção: Jacqueline Laurence
    Direção Musical: Marcelo Nogueira
    Produção e Assessoria de Imprensa: Barata Comunicação

    Elenco:
    Françoise Forton
    Mauricio Baduh

    Duração: 60 minutos
    Classificação indicativa: 10 anos

Sucesso de público e crítica, que estreou em 2012, com apenas 10 mil reais de recursos próprios, “NÓS SEMPRE TEREMOS PARIS”, que tem o título inspirado na clássica frase da cena final de Casablanca, conta a história dos encontros e desencontros de um casal. Ambientada num café no Boulevard Montparnasse, a peça  de Artur Xexéo e direção de Jacqueline Laurence, com Françoise Forton, Mauricio Baduh e mais 2 músicos ao vivo, é uma viagem romântico-musical, com toques de humor, pelo repertório francês mais amoroso do século XX. Em 60 minutos, os atores interpretam 16 canções francesas, entre elas “C’est si bom”, “La vie en rose” e até uma versão de “Garota de Ipanema”.  “Nós sempre teremos Paris é um musical de bolso, uma caixinha de música que conta a história de dois apaixonados, uma história delicada, intimista e absolutamente possível”, detalha Françoise.

Na peça os personagens tiveram um encontro casual durante uma viagem de turismo a Paris, passaram a tarde juntos e perceberam que tinham vários interesses em comum. O provável casal se separou. Vinte anos depois voltam ao mesmo café de Paris, na expectativa de um reencontro e de, enfim, retomar o que poderia ser uma história de amor. No período em que os personagens estiveram afastados um do outro, mantiveram uma ligação com aquela tarde através de canções francesas como “La Mer”, “Et Maintenant?” e mais uma dezena de clássicos que formam a trilha sonora de suas vidas. “A prioridade é a interpretação, com a construção do ambiente romântico e humor dentro da cena. A peça é uma história musicada. Com piano, acordeon e violão, o espetáculo traz uma instrumentação mais intimista aliada às músicas que climatizam a cena”, define a diretora Jacqueline Laurence.

“Sempre acreditei no sucesso da ideia do Eduardo Barata de produzir um pequeno musical que tivesse a canção francesa do século XX como protagonista. Desde sua primeira apresentação deu para perceber que a peça conquista o coração da plateia, de todas as idades, dos 12 aos 90 anos. Nesta temporada, desejo o que os nossos personagens desejariam para amigos que estivessem lançando uma peça em Paris: Merde!”, conclui o autor Artur Xexéo.