NINGUÉM FALOU QUE SERIA FÁCIL

  1. 15 e 16/ABR às 19h
    TEATRO DULCINA

    Texto e Co-direção: Felipe Rocha
    Direção: Alex Cassal

    FICHA TÉCNICA
    Texto e Co-direção – Felipe Rocha
    Direção – Alex Cassal
    Assistência de direção – Ignacio Aldunate
    Colaboração na Criação – Marina Provenzzano
    Direção de movimento – Alice Ripoll
    Iluminação – Tomás Ribas
    Cenário – Aurora dos Campos
    Direção musical – Rodrigo Marçal
    Figurinos – Antônio Medeiros
    Produção Executiva – Náshara Silveira
    Direção de Produção – Tatiana Garcias
    Realização – Grupo Foguetes Maravilha
    http://www.foguetesmaravilha.wordpress.com

    ELENCO – Emanuel Aragão / Renato Linhares / Stella Rabello

    Duração: 90 minutos
    Classificação indicativa: 16 anos

Relações em constante transformação. Um jogo de amarelinha para adultos. Um espetáculo ácido e afetuoso. Ninguém falou que seria fácil mistura o cotidiano e o inusitado em uma estrutura fragmentada que inclui filmes franceses dos anos 70, dança contemporânea, dramas familiares, exercícios metalinguísticos e fábulas para crianças.

Em cena, uma discussão de casal inicia um vertiginoso jogo de troca de papéis. Um homem se torna pai, mas não quer deixar o colo da mãe, uma filha argumenta racionalmente sobre as razões para não largar a chupeta, irmãos disputam comida, espaço e carinho. Recriando os embates violentos e delicados que nos acompanham desde o pátio do jardim de infância, Ninguém falou que seria fácil, traz as relações familiares para o centro da arena.

O quanto ainda temos da criança que fomos um dia? O que nos motiva a sair de casa e virar adultos? Como aprendemos a dividir e conviver com os outros? Por que você tem que sair para trabalhar? Por que as marmotas hibernam?

Entre as marcas do espetáculo estão o humor, a ironia, os jogos de linguagem, e as brincadeiras anárquicas de desconstrução das convenções teatrais, tudo marcado por um desejo de liberdade narrativa.

Desde sua estreia, em 2011, Ninguém falou que seria fácil conquistou críticos e espectadores, passou por festivais como Materiais Diversos (Portugal), FIAC (BA), Porto Alegre em Cena (RS), Cena Contemporânea (DF) e FIT – São José do Rio Preto (SP); e recebeu os prêmios Shell, APTR e Questão de Critica na categoria texto.