BR TRANS

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    FICHA TÉCNICA
    Direção: Jezebel De Carli
    Texto e atuação: Silvero Pereira
    Dramaturgia: Jezebel De Carli e Silvero Pereira
    Músico em cena: Rodrigo Apolinário
    Cenário: Rodrigo Shalako
    Iluminação: Lucca Simas
    Design gráfico: Sandro Ka
    Administração e Produção: Quintal Produções
    Direção Geral: Verônica Prates
    Coordenação Artística: Valencia Losada
    Coordenação de Projetos: Maitê Medeiros
    Produtor Executivo: Thiago Miyamoto
    Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin (De Flor em Flor)
    Fotógrafo: Caíque Cunha

    Duração: 70 min
    Classificação indicativa: 16 anos

Considerada uma das melhores peças de 2015 pela crítica especializada, BR-TRANS foi idealizada pelo ator Silvero Pereira e hoje já ultrapassa os 30 mil espectadores, sendo esse contingente somado por plateias de Porto Alegre, Rio de Janeiro, Fortaleza, Juazeiro do Norte, Nova Olinda, São Paulo, Crato, São José dos Campos, João Pessoa, Mombaça, Recife, Natal, Curitiba e por países como EUA e Alemanha. A montagem é resultante da pesquisa acerca do universo de transformistas, transexuais e travestis, contemplada no Edital Interações Estéticas 2012, do Ministério da Cultura. Seu território investigativo ocorreu num primeiro momento entre os estados do RS e Fortaleza, com residência e parceria artística como Grupo SOMOS Pontão de Cultura (POA/RS), sob o argumento de aprofundar os estudos e pesquisas sobre o teatro enquanto instrumento capaz de entreter, promover discussões e fomentar a transformação social através da arte.

“BR-TRANS é um processo artístico-documental que traça os pontos convergentes e divergentes do universo Trans-Brasileiro entre os pólos regionais do Nordeste e Sul do país. Trata-se de um trabalho estético com base nos afetos, nas relações estabelecidas durante a pesquisa e na oportunidade de provocar questionamentos, quiçá, uma mudança paradigmática no que se refere ao preconceito e na forma de interagir com esse universo ainda tão marginalizado”, afirma Silvero.

Esse trabalho reafirma a arte de Silvero Pereira enquanto subversão e resistência, ao levar aos palcos o universo desse Brasil-Trans, retratados por episódios de marginalidade, medo e sofrimento, mas, sobretudo, exaltando histórias de vida, superação e transformação desse universo ainda tão marcado pela exclusão, violência e preconceito. Em trânsito e em transe, BR-TRANS transborda. Não é só Silvero. É também Marcelly, Babi, Bruna, Tina, Laurita, Dandara, Cassandra, Castanha, Rogéria, Valéria, Roberta e tantas outras mais. Silvero são todas elas. Silvero somos todos nós.