A ARTE E A MANEIRA DE ABORDAR SEU CHEFE PARA PEDIR UM AUMENTO

  1. De Georges Perec
    Direção Guel Arraes

    31/MAR e 1/FEV
    às 20h

    INGRESSOS
    R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

    AUDITÓRIO IBIRAPUERA
    Avenida Pedro Álvares Cabral, 0, Parque do Ibirapuera
    Portão 3 | Infos: 11 3629-1075
    Intérpretes de libras em todas as sessões.

    FICHA TÉCNICA
    Autor – Georges Perec
    Tradução – José Almino
    Direção – Guel Arraes
    Cenografia – Bia Junqueira
    Iluminação – Beto Bruel
    Figurinos – Antonio Guedes
    Vídeo-grafismo e programação visual – Batman Zavareze
    Trilha sonora – Berna Ceppas
    Direção de produção – Carolina Tavares
    Produção – Fernando Libonati
    Realização – Pequena Central de Produções Artísticas LTDA

    ELENCO:
    Marco Nanini

    Duração: 60 minutos
    Classificação indicativa: 12 anos

Após temporadas de sucesso em diversas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, nos teatros Centro Cultural dos Correios, Oi Futuro Flamengo, Galpão Gamboa e Cidade das Artes; Porto Alegre, no Theatro São Pedro; Campinas, no Teatro Brasil Kirin; Uberlândia, no Teatro Municipal Grande Otelo, além do Festival de Curitiba; o espetáculo A arte e a maneira de abordar seu chefe para pedir um aumento cumpre em São Paulo temporada no Sesc Vila Mariana, depois de ter excursionado pelo programa Petrobras Distribuidora de Cultura, por Brasília, Salvador, Belém e Manaus, sempre com muito sucesso e casas lotadas.

O texto, apresentado pela primeira vez em palcos nacionais, é do francês Georges Perec (1936-1982). Em cena, um homem apresenta um organograma – tão complexo quanto irônico – sobre as possibilidades de sucesso e fracasso na angustiante missão de pedir um aumento no salário. Nos bastidores, um diretor e um ator comemoram 25 anos de parceria com um trabalho marcado pelo espírito inovador e bem-humorado que os consagrou. Ao encenarem o espetáculo, Marco Nanini e Guel Arraes optaram justamente pelo risco: “É algo totalmente diferente do que estamos acostumados a fazer. O texto não tem narrativa, não existe uma história clássica, mas tem aquilo que sempre nos ligou: o humor”, define Guel, em seu terceiro projeto teatral com Nanini, depois de O Burguês Ridículo (1996) e O Bem Amado (2007).

Em uma espécie de palestra de autoajuda – ou, como melhor define o diretor, antiajuda – o protagonista da peça apresenta um intrincado manual combinatório de probabilidades para a hora em que vai procurar o seu chefe e pedir o esperado aumento. No decorrer das muitas tentativas, o texto sublinha o ridículo da situação e, ao retratar os meandros de uma grande empresa, ironiza a vida moderna e o mundo corporativo.